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13 agosto 2017

O Benfica Rei de Cádis

13 agosto 2017 0 Comentários
NO «TORNEIO DOS TORNEIOS» O "GLORIOSO" APÓS 63 EDIÇÕES AINDA TEM CIFRAS ÍMPARES. E JÁ NÃO PARTICIPA DESDE 1972!


NOTA INICIAL: Esta é também a minha homenagem a um torneio (realizou-se ontem a final da edição de 2017) e torneios que faziam retardar o meu regresso a Lisboa, prolongando as férias na "minha" aldeia de Montalvão junto à fronteira com Espanha (Cedilho) para poder telever o Benfica, entre finais dos anos 60 e os anos 70, e "papar" todos os jogos dos torneios que eram transmitidos na TVE. E raramente não havia "porrada" entre futebolistas. Uma boa "aprendizagem" para os confrontos entre nós, os de Montalvão, e os espanhóis de Cedilho. Por vezes havia canelas de cedilhenses que pagavam as porradas dos madrilenos no Benfica e as vigarices dos árbitros espanhóis! E era a TVE que nos incutia esse espírito de "fazer justiça"! Na RTP futebol? Nem os jogos para o campeonato nacional!

O Troféu Ramón de Carranza surgiu, em 1955, depois do Teresa Herrera, na Corunha (1946) mas depressa passou a ser o mais prestigiado. Uma série de circunstâncias e boas práticas fizeram dele o torneio de referência em Espanha.

Alguns dessas circunstâncias e boas práticas
Clubes dos melhores do Mundo nas épocas em que participaram, quatro jogos a partir da quarta edição (modelo Taça Latina), a preocupação de trazer sempre, pelo menos um clube estreante, a cada edição do troféu, o contrato "obrigava" se o clube conquistasse o troféu a estar presente na edição seguinte transformando um torneio particular praticamente num título oficioso, troféu imponente e de beleza deslumbrante e "localização" das edições: no final de Agosto/início de Setembro já com os plantéis em forma apurada a uma ou duas semanas de iniciarem os respectivos campeonatos nacionais. E a partir dos anos 60 e na década de 70 autênticas taças intercontinentais colocando em confronto os melhores clubes europeus frente aos melhores sul-americanos.


Ontem, em Cádis, depois da vitória, por 2-0, do UD Las Palmas sobre o Málaga CF. Mesmo no tempo actual do profissionalismo e desapego aos símbolos os futebolistas continuam a parecer miúdos enfeitiçados pelo troféu estonteante que deve inebriar quem acabou de o conquistar

Ontem coube ao UD Las Palmas conquistar o troféu
Mas actualmente é uma "sombra" do que foi. As pré-épocas intercontinentais e a Liga dos Campeões jogada com duas pré-eliminatórias - quatro jogos - em Agosto vergaram a qualidade do torneio. O Real Madrid CF não vai a Cádis desde 2007 (3.º lugar), o FC Barcelona desde 2005 (vencedor pela 3.ª vez) e um clube sul-americano desde 1999 (CR Vasco da Gama, que ficou em 4.º lugar mas já conquistou o troféu em três edições).

As cinco participações do "Glorioso" foram frente a "cartazes de luxo"







O "Glorioso" em Cádis, por cinco vezes em dez temporadas
Entre 1963 e 1972 o Benfica foi dos clubes que mais prestigiou o torneio do sul de Espanha, com dois troféus conquistados (1963 e 1971) e três finais perdidas (1964, 1965 e 1972). Nunca foi eliminado nas meias-finais. E detém, ainda, alguns recordes. Vamos primeiro honrar o torneio e depois escrever acerca de um dos clubes que mais prestígio lhe deu, o Benfica.

NOTA INTERMÉDIA: Foi neste torneio, que em 1962, foram criados os pontapés da marca de grande penalidade quando depois de 120 minutos o jogo terminava empatado (clicar). A UEFA adoptou esta "invenção" apenas em 1970/71. Quase uma década depois!  

(clicar sobre a imagem para melhor visualização)


Particularidades do torneio
Em 63 edições teve 23 clubes vencedores, com 15 espanhóis (com 49 troféus), seis brasileiros (com onze troféus) e dois portugueses com três troféus (Benfica e CD Nacional, em 2012, numa edição com adversários muito fracos (Cádis CF, CA Osasuna e Rayo Vallecano de Madrid, com três clubes estreantes na competição) mas não deixa de ser uma conquista que vale tanto como qualquer outra;
Em 63 edições estiveram representados clubes de 18 países, quatro continentes (Europa com 12 países e 53 clubes; América do Sul com três países e 16 clubes; África com dois clubes de dois países; e América do Norte com um clube do México: Clube Atlético Celaya);
Nas 63 edições, em 31 delas, colocou em confronto clubes europeus e sul-americano, entre 1961 (7.ª edição) e 1999 (45.º troféu) ou seja, em 31 dessas 39 edições, apenas em oito não houve clubes da América do Sul representados.
Em 63 edições foram 72 os clubes presentes (apenas 23 conquistaram o troféu) com o Cádis CF a ser recordista com 41 presenças (a primeira apenas em 1977, já na 23.ª edição) seguindo-se Clube Atlético de Madrid (20 presenças) e o Real Betis Balompié (17 edições);
Em 63 edições o país com mais clubes é a Espanha (22, mas com incidência já nesta fase mais empobrecida do torneio, totalizando 161 presenças), seguindo-se: Itália (onze clubes/15 presenças); Brasil (nove clubes/27 presenças); Portugal (seis clubes/onze presenças, só cinco são do "Glorioso"); e Argentina (cinco clubes/seis presenças).
Em 63 edições foi quadrangular (embora na 3.ª edição - a primeira com quatro clubes - não existisse jogo para atribuir o 3.º lugar) em 59 edições, triangular numa (2013) e com apenas um jogo em quatro edições (as duas iniciais e em 2000).


Um troféu disputado num torneio sem paralelo. Começou por ser uma mini-Taça dos Campeões nos anos 50 e depois transformou-se numa mini-Taça Europa/América do Sul nos anos 60 e 70. Eis o cartaz da histórica edição em que Di Stéfano marcou cinco golos, na vitória por 6-3 do Real Madrid sobre o AC Milan, nas primeiras meias-finais desta edição em 1959. Na outra meia-final o FC Barcelona (com o nome  em catalão obrigatoriamente humilhado para castelhano Barcelona CF) venceu por 4-3 o clube belga. Na final o Real Madrid CF venceu, por 4-3, o FC Barcelona


Vamos às 59 edições que fizeram do Ramón de Carranza o "Torneio dos torneios":
1. Em 45 das 59 edições teve clubes estrangeiros e em 14 apenas emblemas de Espanha, mas dez são nas últimas 16 edições. As quatro iniciais exclusivamente espanholas foram em 1968 (Clube Atlético de Madrid, FC Barcelona, Real Madrid CF e Valência CF, um luxo espanhol), 1982 (Real Madrid CF, Real Sociedad (S. Sebastian), Real Bétis (Sevilha) e o clube local (Cádis CF), 1984 (Real Sporting Gijón, Athletic Club (Bilbau) e Cádis CF e FC Barcelona) e 1995 (Clube Atlético de Madrid, Real Bétis, Cádis CF e Real Saragoça). Nestes três últimas a preocupação de ter quatro clubes das várias nações de Espanha;
2. Nas 59 edições como quadrangular o torneio teve uma edição (1972 com apenas um clube espanhol, dois europeus e um sul-americano); 35 com dois clubes de Espanha e dois estrangeiros; em nove edições foram três clubes espanhóis e um não-espanhol; e depois as catorze edições exclusivamente com clubes de Espanha;
3. Nas 35 edições com 2 (Espanha) + 2 (não Espanha) estas repartem-se: 17 com um clube sul-americano e outro europeu, dez com dois clubes sul-americanos, sete com dois clubes europeus e uma edição (9 com um clube sul-americano e outro da América do Norte (México);
4. Nas nove edições com 3 (Espanha) + 1 (não Espanha) estas repartem-se: seis com clubes europeus, dois com sul-americanos e um com um misto de futebolistas nigerianos;
4. O Sevilha FC foi o primeiro clube a conquistar o quadrangular (3.ª edição, em 1957) depois de triunfar nas duas iniciais, a um jogo, frente ao Atlético CP da Tapadinha (1955) e ao Clube Atlético de Madrid (1956). O Clube Atlético de Madrid é o clube com mais troféus (10) sempre em quadrangulares registando  vinte presenças;
5. Os dois clubes estrangeiros com mais presenças são brasileiros onde o troféu é um ícone: CR Vasco da Gama e SE Palmeiras, um clube do Rio de Janeiro e outro de São Paulo, ambos com seis presenças cada um;
6. Apenas treze dos 23 vencedores conseguiram conquistar o troféu logo na primeira presença, entre eles o "Glorioso". 

REGISTOS DE TODOS OS 72 CLUBES QUE PARTICIPARAM NOS 63 TROFÉUS RAMÓN DE CARRANZA
Número
da estreia
CLUBES
País
TOT
1.º
(63)
2.º
(63)
3.º
(60)
4.º
(58)
40.º
Cádis CF (em 1977; 23.ª edição)
ESP
41
8
7
9
17
3.º
Clube Atlético de Madrid
ESP
20
10
3
3
4
23.º
Real Betis Balompié (Sevilha)
ESP
17
5
7
3
2
1.º
Sevilha FC
ESP
16
7
3
3
3
7.º
Real Madrid CF
ESP
15
6
4
4
1
10.º
FC Barcelona
ESP
9
3
2
3
1
20.º
Valência CF
ESP
8
1
2
2
3
4.º
Athletic Club (Bilbau)
ESP
7
1
5
-
1
28.º
CR Vasco da Gama
BRA
6
3

1
2
29.º
SE Palmeiras
BRA
6
3
1
1
1
17.º
Real Saragoça
ESP
6
1
2
1
2
20.º
SL BENFICA
POR
5
2
3


15.º
CA Penãrol
URU
5

2
2
1
60.º
Málaga CF
ESP
5
1
4


39.º
Clube Nacional Futebol
URU
3

1
1
1
25.º
CR Flamengo
BRA
3
2

1

26.º
SC Corinthians Paulista
BRA
3
1

1
1
34.º
RCD Espanhol (Barcelona)
ESP
3
2
1


64.º
Villarreal CF
ESP
3


2
1
10.º
AC Milan
ITÁ
2


2

17.º
FC Inter Milão
ITÁ
2

1
1

15.º
CA River Plate
ARG
2

1
1

32.º
Botafogo FR
BRA
2


2

37.º
Santos FC
BRA
2

1

1
51.º
Clube Atlético Mineiro
BRA
2
1

1

52.º
São Paulo FC
BRA
2
1


1
50.º
Sporting CP
POR
2



2
57.º
UC Sampdoria
ITÁ
2

1
1

59.º
SS Lazio
ITÁ
2

1

1
57.º
Real Club Deportivo Corunha
ESP
2
1
1


1.º
Atlético CP
POR
1

1


4.º
CF "Os Belenenses"
POR
1


1*

4.º
Racing Clube de França (Paris)
FRA
1


1*

7.º
Viena SC
ÁUS
1


1

7.º
AS Roma
ITÁ
1



1
10.º
Real Standard de Liége
BÉL
1



1
13.º
Stade de Reims
FRA
1


1

13.º
Eintracht Francoforte
ALE
1



1
17.º
CA San Lorenzo de Almagro
ARG
1



1
20.º
AC Fiorentina
ITÁ
1

1


23.º
CA Boca Juniores
ARG
1



1
26.º
Torino FC
ITÁ
1

1


29.º
Clube Estudiantes La Plata
ARG
1


1

31.º
CA Independiente
ARG
1

1


32.º
FC Bayern Munique
ALE
1



1
34.º
AFC Ajax
HOL
1


1

34.º
Juventus FC
ITÁ
1



1
38.º
FC Dínamo Moscovo
URS
1


1

41.º
Bolonha FC
ITÁ
1



1
42.º
Ujpest Dózsa FC
HUN
1

1


43.º
FC Dínamo Tbilisi
URS
1


1

44.º
PCF CSKA (Sófia)
BUL
1


1

45.º
Real Sociedade (S. Sebastian)
ESP
1

1


46.º
PFK Levski (Sófia)
BUL
1



1
47.º
Real Sporting de Gijón
ESP
1
1



48.º
Grémio F. Portoalegrense
BRA
1

1


48.º
FC Sarajevo
JUG
1



1
52.º
PSV Eindhoven
HOL
1


1

54.º
SSC Nápoles
ITÁ
1



1
55.º
Clube Atlético Celaya
MÉX
1


1

56.º
CD Tenerife
ESP
1

1


60.º
Real Clube Celta de Vigo
ESP
1


1

62.º
Real CD Maiorca
ESP
1
1



63.º
SC Braga
POR
1


1

65.º
Udinese Calcio
ITÁ
1


1

66.º
CD Nacional (Madeira)
POR
1
1



66.º
Rayo Vallecano Madrid
ESP
1

1


66.º
CA Osasuna
ESP
1


1

69.º
Moghreb Athlétic de Tétuão
MAR
1

1


70.º
Granada CF
ESP
1


1

71.º
Estrelas da Nigéria
NIG
1



1
72.º
UD Las Palmas
ESP
1
1



NOTAS: A negrito: clubes que conquistaram o troféu na estreia; Na 3.ª edição - a primeira quadrangular - não houve jogo para apurar o 3.º classificado. O CF "Os Belenenses" foi eliminado pelo vencedor (Sevilha FC) após prolongamento

O Benfica a ser Benfica
O Benfica tem um capítulo dourado na história do torneio. E tem mesmo a nível físico pois existe um livro editado na 60.ª edição (2014).
1. Foi o primeiro clube - não espanhol - a conquistar o torneio (depois do Sevilha FC e do Real Madrid CF) apesar de ser o 20.º clube a estrear-se no torneio em Cádis;
2. Foi o primeiro clube, fora de Espanha, a conquistar o troféu pela segunda vez. Em 1971, com 17 edições, apenas havia dois emblemas com mais troféus: Real Madrid CF (cinco) e Sevilha FC (três). O FC Barcelona tinha dois. Restavam cinco troféus para cinco outros clubes: quatro de Espanha e um do Brasil;
3. Eusébio ainda é o melhor marcador (nove golos em seis jogos dos dez que disputou) de um torneio em que já se marcaram 688 golos por 428 futebolistas, excepto os 14 autogolos. Segue-se Gento (Real Madrid CF) com oito golos (sempre um golo por encontro mas disputou muito mais que os dez jogos de Eusébio) e Puskas ou Di Stéfano, ambos pelo Real Madrid CF, dependendo dos jornais espanhóis, um terá oito e outro sete;
4. José Torres com quatro golos ainda é o melhor marcador numa final (na vitória por 7-3, ao clube italiano AC Fiorentina, em 1 de Setembro de 1963). NOTA: Dí Stéfano continua a ser o melhor marcador de golos num jogo - cinco! - na vitória por 6-3 do Real Madrid CF sobre o AC Milan, nas meias-finais, da 5.ª edição (1959);
5. Eusébio com três golos ainda é o segundo melhor marcador numa final (na vitória por 3-0, frente ao clube uruguaio CA Peñarol). NOTA: Há sete futebolistas com dois golos;
6. O Benfica com sete golos, em 1963, foi o clube que marcou mais numa final. Seguem-se dois clubes com seis golos: o Clube Atlético de Madrid venceu, por 6-3, o CD Tenerife, em 1997; e o Real Betis Balompié venceu, por 6-1, o Málaga CF, em 2001;
7. O Benfica com quatro golos de diferença (7-3, em 1963) manteve o recorde de diferença de golos numa final, até 2001, quando o clube de Sevilha aumentou a diferença para cinco golos;
8. O Benfica é o melhor emblema, nas edições com quatro clubes, tendo como referência as cinco primeiras presenças. Só catorze emblemas tiveram cinco ou mais presenças. Foi o único clube que chegou sempre à final vencendo duas! O Málaga CF na edição desta temporada - 2017/18 - podia ter igualado esse registo que data de 1972, mas foi derrotado. Chegou pela quinta vez à final em cinco presenças mas só conquistou um troféu, em 2016, chegando à final em 2001, 2003, 2011 e 2017.


OS CLUBES NA QUINTA PARTICIPAÇÃO (SÓ TORNEIOS QUADRANGULARES)
NO
Clube
V
2.º
3.º
4.º
1.º
Real Madrid CF
1958
1959
1960
1966

1964

2.º
FC Barcelona
1961
1962
1959
1968
1963

3.º
SL BENFICA
1963
1971
1964
1965
1972


4.º
Athletic Club (Bilbau)
1972
1960
1973
1976

1970
5.º
Clube Atlético Madrid
1968
1976


1961
1969
1971
6.º
Valência CF
1967

1971
1978
1963
1968
7.º
SE Palmeiras
1969
1974
1975

1976
1981
8.º
Cádis CF
1981
1983


1977
1979
1980
1982
9.º
Real Betis Balompié
1964
1980
1983
1982
1965
10.º
Sevilha FC
1957
1958
1981
1985
1987
11.º
CA Peñarol

1961
1971
1967
1983
1988
12.º
CR Vasco da Gama
1987
1988
1989

1977
1967
13.º
Real Saragoça
1965
1962
1966
1975
1995
14.º
Málaga CF
2016
2001
2003
2011
2017






NOTAS:
O Real Madrid CF foi o primeiro clube a conseguir cinco participações ainda nos anos 60, em 1966 (12.ª edição), mas além dos quatro troféus conquistados teve um 3.º lugar em 1964 (eliminado pelo...SL BENFICA)!

O FC Barcelona foi o segundo clube a conseguir cinco participações na 14.ª edição (1968). Conquistou dois troféus, esteve em mais duas finais, mas em 1963 foi eliminado nas meias-finais pelo...SL BENFICA!

O "Glorioso" foi o terceiro clube a conseguir cinco participações em dois ciclos (três edições consecutivas nos anos 60 e duas no início da década de 70). Em 1972 contabilizou a 5.ª edição estando presente em todas essas cinco finais, ou seja, foi o único que não foi eliminado nas meias-finais. Só o Málaga CF, entre 72 clubes participantes, repetiu tal proeza, mas apenas conquistou um troféu em cinco possíveis. O SL BENFICA conquistou dois!

Por tudo isto (e muito mais) somos o "Glorioso"!

Alberto Miguéns



NOTA FINAL: Nos entediantes dias que vamos viver - por pararem as competições por ordem da senhora Fifa - em final de Agosto este blogue vai homenagear as cinco presenças do "Glorioso" em Cádis, precisamente dos dias em que o SLB conquistou os dois troféus, há 46 anos (29 de Agosto de 1971) e há 54 anos (1 de Setembro de 1963). E há novidades (e documentos) que corrigem erros que pululam pelas wikipédias.

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